COM QUE ARMAS VOCÊ LUTA AS SUAS BATALHAS?

 

 

 

Escrever "Os Guerreiros de Saul" nasceu de uma inquietação profunda sobre a paralisia humana. Muitas vezes, recebo relatos de pessoas que possuem "armaduras" invejáveis — carreiras sólidas, famílias estruturadas, intelecto refinado — e que, ainda assim, confessam estar aterrorizadas por gigantes que ninguém mais vê.

Este livro não é sobre um gigante que viveu há três mil anos. É sobre os gigantes que gritam na sua mente hoje, logo ao despertar. É sobre o medo da perda, a amargura da incapacidade e aquela fragilidade espiritual que teima em aparecer justamente quando o mundo espera que sejamos fortes.

A proposta desta "Lente" é simples, porém radical: convido você a olhar para o exército de Saul e perceber que eles não sofriam de falta de armas, mas de um erro de perspectiva. Eles olharam tanto para a altura do problema que ficaram cegos para a grandeza do Protetor.

Muitas vezes, tentamos resolver fragilidades espirituais com soluções intelectuais ou financeiras. Saul tentou vestir Davi com sua própria armadura, mas ela não servia. Isso nos ensina que não podemos vencer batalhas espirituais usando apenas recursos humanos. 

 Prepare-se para trocar o peso do elmo de bronze pela leveza da fé que vê o invisível. A batalha não é contra a carne, nem contra o tamanho do inimigo; a batalha é para recuperar a visão correta de quem somos em Deus. Saiba mais sobre o volume XI aqui! 

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